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Em inícios dos anos sessenta, e eu bem me lembro, do manjar
em que
participei na inauguração da nova ponte, e visível à direita, e que possuo
ainda na memória a solenidade do acto, era admirada como mais um
prodígio do ferro e betão moderno.
Concerteza que ninguém meditou, valorizou ou importância deu
à Ponte do Pontigo, que a poucos metros mais a frente, e muito abaixo da
cota máxima que a Barragem do Vilar, que nos meses seguintes iria
afogar.
Ninguém dignificou conforme referi, ou houve interesses em ignorar e omitir
propositadamente as referências dos valores transmitidos pela engenharia
secular, se calhar, mais competente e técnica que a actual...
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