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Efectivamente a Vila da Ponte de outrora desapareceu, o rio, os moinhos, as praias fluviais e as actividades piscatórias terminaram.

Vila da Ponte aquando da baixa das águas assemelha-se a um espaço queimado, destruindo a sua concepção de beleza natural que se perpetuou por centenas de anos.

Todavia e tornou-se bem evidente, que as águas na altura máxima da Barragem do Vilar, davam um novo rosto à Vila da Ponte, alindando-a numa outra perspectiva e configuração, que novamente a perspectivam com uma nova forma de atracção, postura e beleza.

 

Tornou-se na obsessão da população local, a construção duma represa que construída a jusante, tornaria o espaço referenciado nas figuras ao lado, numa lagoa que durante os 365 dia do ano se manteria com o mesmo aspecto.






O estudo de impacto ambiental demorou, as negociações financeiras tornara-se um obstáculo ao longo do de 18 anos, e eis que então a decisão surge:
Um reforço será efectuado no estrangulamento da zona de Freixinho,

 mais propriamente na ponte local, construída pela Hidráulica aquando da execução da Barragem.

Em terminologia será uma segunda Barragem, a montante, de modo a manter sempre a cota máxima e altura de águas, concebida aquando da construção da Barragem do Vilar e respeitando a altura aquando das expropriações dos terrenos na época dos anos 50.


O Ministério do Ambiente foi preponderante para a execução da obra, e os esforços financeiros da Câmara Municipal de Sernancelhe em simultâneo com os apoios comunitários foram decisivos.

 
     
 

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