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A construção da linha Férrea

 
A obra exigiu alta engenharia e tecnologia avançada, atendendo às irregularidades do terreno, declives acentuados, poupando ao máximo a natureza rústica e indígena em todo o percurso da estrada de ferro.

Conforme o protocolo do projecto, a linha teria de possuir boa qualidade em infra-estruturas, para bom conforto do turista; Foram levados ao máximo pormenor, os declives, os ângulos de inclinação, as melhores localizações do trajecto de modo que o passageiro pudesse vislumbrar ao máximo os cenários panorâmicos da natureza, e tudo foi alcançado.

As exigências comunitárias de segurança, chegaram ao extremo, conforme se pode observar na figura da direita, de colocar cancelas automáticas em simples caminhos rurais.

O cenário retratado à direita, mostra já a proximidade da aldeia do Seixo; ao fundo, a 2ª casa da esquerda é a escola.

No momento da fotografia decorriam as obras da passagem de nível, do principal caminho do Seixo para as respectivas propriedades de labuta agrícola.

 
Foram 2 anos de trabalho intensivo diário, mas para Sernancelhe, concerteza que foi uma mais valia, mais uma aposta para o turismo, melhoria da qualidade de vida das populações locais e consequentemente mais e melhor fixação.

Conforme estipulado no contrato a estação terminal do Seixo, o edifício em si, ficou a cargo da Junta de Freguesia local.

Um terminal de linha férrea concebido em simultâneo para que num futuro, e caso haja rentabilidade e possibilidades, possa prosseguir em direcção a Penedono, que na realidade são mais 4 a 5 Km de linha.

Que sejam tão audazes os políticos de Penedono, como foram as Presidentes de Junta de Vila da Ponte e Sarzeda.
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